Presidente peruano determina que Odebrecht deve deixar o país

Com informações do ESTADO DE S. PAULO

Editado por ANDRÉ COSTA BRANCO

Foto: ZANONE FRAISSAT/FOLHAPRESS

 

O presidente do Peru, Pedro Paulo Kuczynski, afirmou ontem que a Odebrecht deve encerrar suas operações no país. A empreiteira reconheceu o pagamento de propinas que somam 29 milhões de dólares, em troca de licitações de obras públicas, entre os anos de 2005 e 2014.

Kuczynski declarou que a empresa brasileira está “contaminada pela corrupção”, e considerou muito baixo o valor adiantado pela Odebrecht para repatriação de ganhos ilícitos. Foram 30 milhões de soles, a moeda peruana, que correspondem a 10 milhões de dólares. Nos Estados Unidos, a multa paga pela empresa foi de 2,5 bilhões de dólares. Kuczynski chamou o valor pago aos cofres peruanos de “multinha”.

A construtora terá que chegar a um acordo com o Ministério Público peruano, que está investigando os casos de suborno das empresas brasileiras que operam no país. O governo peruano ainda interrompeu a concessão de um gasoduto avaliado em 7 bilhões de dólares, que havia sido entregue a um consórcio liderado pela Odebrecht. Na semana passada, o governo da Colômbia também sinalizou com a expulsão da Odebrecht no país.

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