Seo Luiz, o queridinho do CECA

Por Marjorie Coelho

Impossível passar pelo CECA (Centro de Educação, Comunicação e Artes) da Universidade Estadual de Londrina – mais especificamente pelo Departamento de Comunicação – e não conhecer Luiz Gonzaga Ferreira Da Silva, mais conhecido como Seo Luiz. Nasceu em 1952, na cidade de Londrina-PR. Casado com Maria Helena Pereira Da Silva. Pai de quatro filhos – Marcos Aurélio, Mônica, Maria Aparecida e o Allan. Ele considera a união com Maria Helena o fato mais marcante de sua vida.

Luiz completa 65 anos em 2017. Ainda não aposentou – mas está a um passo da aposentadoria. Trabalha como técnico administrativo da UEL há 13 anos. Católico, Luiz se revela altruísta, por gostar de ajudar as pessoas; homem paciente e honesto, o que fica claro pelo seu trato com as pessoas. Luiz reconhece a demora para cuidar de projetos particulares.

No tempo livre, ele brinca com seu violão, assiste à TV e faz trabalhos com madeira. Um marceneiro habilidoso. É também adepto da caminhada. Na música, é fã de seresta e samba. No cinema, prefere os filmes de ficção. Na cozinha, não abre mão do arroz e feijão com macarrão e maionese. Luiz gosta de viajar. Já conheceu a Argentina, Paraguai e Bolívia.

Luiz trabalhou também na área de informática em um banco. Na UEL, também trabalha com computador – só que em menor escala – utilizando-o apenas para o trabalho administrativo. E foi isso que despertou seu interesse pelo mundo da tecnologia. Já o interesse pelo audiovisual surgiu com a convivência com alunos, professores e técnicos do curso de Jornalismo, decorrente do seu trabalho no Departamento de Comunicação. Lá, Luiz teve a oportunidade de conhecer e participar do projeto de extensão Oficina de TV para a Terceira Idade – da UEL – onde perdeu a inibição em frente às câmeras e ampliou o círculo de amizades. Um trabalho que considera muito legal e proveitoso para ele e todos os participantes.

Sobre a representação do idoso feita pela mídia tradicional, ele acha que mudou bastante devido à existência do “estatuto do Idoso”. Trouxe mais respeito. Mas reconhece que, antes disso, o idoso era motivo de chacota. Por isso, ele considera que a comunicação, em especial o Jornalismo, tem o poder de influir em diversas mudanças – políticas, sociais e comportamentais. Daí a necessidade do trabalho desenvolvido pela Oficina de TV, da qual participa há 3 anos.

luiz

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s