Museu expõe “Traços Londrinenses”

Exibição é composta por desenhos de espaços públicos de Londrina, produzidos pelo movimento Urban Sketchers

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Exposição no Museu Histórico reúne trabalhos de artistas do coletivo Urban Sketchers. Fotos: Luana Faria.

Reportagem: Luana Faria, 4° ano noturno
Edição: Brenda de Oliveira, 4° ano noturno

O Urban Sketchers é um coletivo artístico presente em mais de 20 países, formado por pessoas que buscam registrar, através de desenhos, aspectos históricos, culturais e arquitetônicos das cidades onde vivem. No Brasil, as atividades do Urban Skethers começaram em 2011. Hoje, a página nacional do grupo no Facebook conta com mais de 6.600 membros, reunindo pessoas com idades que variam de 6 a 80 anos.

Em Londrina, um grupo de desenhistas, formado por profissionais e amadores de várias idades, tem se reunido desde 2015, quando teve início a criação do coletivo na cidade. Desde então os encontros são semanais, o que resultou na produção de quase 1000 desenhos. Parte deste trabalho pode ser vista na exposição Traços Londrinenses, realizada no Museu Histórico até o dia 9 de junho.

O Urban Sketchers vem ganhando seguidores há dois anos. A técnica foi iniciada pelo espanhol Gabriel Campanario, que começou a divulgar seus desenhos de observação em um blog, em 2008, para reunir entusiastas desta atividade.

“Ser um Urban Sketchers é muito mais do que desenhar a cidade, é incrementar os valores do local, documentando isso de forma artística ou educacional através do desenho de observação.”, explica o desenhista londrinense Patrick Rocha, um dos coordenadores do grupo na cidade. “Essa prática promove a conexão de pessoas ao redor do mundo, que desenham suas cidades ou suas viagens e querem compartilhar uns com os outros”, complementa Rocha.

Até abril de 2017, o grupo londrinense realizou 111 encontros, todos nas manhãs de domingo, sob sol ou chuva. De toda a produção, apenas parte se encontra em exposição. “Aqui estão 75 desenhos, feitos com várias técnicas. Os participantes também produziram nas quatro paredes da sala do museu onde foi montada a exposição”, destaca Gabriel.

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