Grupo “ensina” como escrever sobre mulheres e LGBT

Entre os problemas apontados está a romantização do estupro e o artigo masculino “o” para as travestis

Reportagem: Heloisa Moutinho, 4º ano matutino
Edição: Maria Vitória Ticiani, 4º ano matutino

MAT-helo

Como se referir a grupos de mulheres e LGBT. Esse foi o objetivo de um evento realizado, recentemente, em São Paulo, que reuniu um grupo para discutir os erros mais comuns que jornalistas cometem com as mulheres e a comunidade LGBT. Um pequeno manual deve ser criado com as informações que circularam na conversa.

O grupo era formado por Claudia Fusco, jornalista da Think Olga; Mariana Reidel, coordenadora-geral de promoção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais do Ministério dos Direitos Humanos; Fabiana Moraes, autora do livro “O nascimento de Joicy”, estudantes e profissionais de jornalismo.

Entre os principais erros, foram citadas a falta de adequação de artigos quando se trata de uma pessoa transexual, como o uso de “o” para falar de uma travesti e a falta de entendimento sobre assuntos da comunidade LGBT, que pode causar confusões e a romantização do estupro.

As principais dicas para não errar na construção de um texto que trate de mulheres e de LGBTs estão no vídeo, editado pela repórter do Pretexto Heloisa Moutinho .

A ONG Think Olga elaborou manuais de Jornalismo Humanizado que podem ser acessados no site da organização.

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