Projetos pesquisam dor lombar

Iniciativa é do Laboratório de Biomecânica e Epidemiologia Clínica do Departamento de Fisioterapia, do Centro de Ciências da Saúde (CCS)

Reportagem: Laryssa Dias, 4º ano matutino
Edição: Maria Vitória Ticiani, 4º ano matutino

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Voluntária recebe instruções no Laboratório de Fisioterapia do HU. Fotografia: Fransny Catarin.

O professor Jefferson Rosa Cardorso, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), está desenvolvendo dois novos projetos com foco em dor lombar no Laboratório de Biomecânica e Epidemiologia Clínica do Departamento de Fisioterapia, do Centro de Ciências da Saúde (CCS).

O laboratório, segundo o docente “consolida-se hoje como o mais completo centro de diagnóstico em fisioterapia de Londrina e região”. Os projetos vieram de estudos prévios de dois de seus discentes: Laís Faganello, aluna de Doutorado em Fisioterapia e Alexandre Roberto Marcondes Peligrinelle, aluno de Mestrado em Educação Física.

Os dois projetos são focados em dor lombar. Alexandre, juntamente com o professor, busca analisar corredores profissionais, com ou sem dor lombar, e verificar a atividade elétrica do músculo, se possui alterações. “Não existem avaliações como essa na área. É importante saber se a dor é proveniente da corrida ou de outro fator. É um tema importante que precisa de atenção.”

Os testes são feitos em homens e mulheres que já treinam, na faixa etária entre 20 e 40 anos. Para a avaliação são usadas uma esteira e 10 câmeras optoeletrônicas em 3D que, por meio de marcadores instalados no corpo do paciente. Isso permite identificar detalhes da corrida, possibilitando a produção de um laudo exato sobre o ângulo dos músculos do joelho, coluna, pelve e quadril.

Cardorso afirma que sabendo como o músculo se comporta “podemos provar para o grupo de corrida a alteração negativa dos movimentos e, assim, fazendo que haja uma diferença de tratamento do corredor, para uma otimização da corrida”.

O projeto de Laís Faganello consiste em achar valores de referência para medidas do tronco de mulheres entre 20 e 60 anos com ou sem dor na região da coluna. Os valores vão ser medidos a partir de flexões e extensões da coluna feitas por um aparelho isocinético instalado no laboratório.

“Esse projeto veio da necessidade de criar padrões de parâmetro de medida. Não existem esses valores dentro da comunidade clínica. Achando, podemos ter uma linguagem padronizada e facilitar a prática dentro de um hospital”, diz Laís. Até agora são 59 voluntárias, mas o objetivo é que até 500 mulheres passem pela avaliação. Ambos os projetos estão recebendo voluntários.

Caso tenha interesse em participar, agende sua avaliação pelos telefones 3371-2649 ou 3371-2728, 98426-4100 (Laís-OI), 99163-0585 (Mariana-OI) ou 99620-2111 (Mariana-TIM).

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