Paixão pelo ciclismo cresce entre londrinenses

Texto, foto e áudios: Carolina Varoni

 

Pedalar é uma prática que se aprende desde pequeno, no entanto, nem todos a mantêm ao longo dos anos. Em Londrina, isso está mudando. Pessoas que não pedalavam há anos agora estão se reunindo para manter esse hábito juntas.

O ciclismo como esporte olímpico já é mundialmente conhecido e praticado, mas como esporte amador está aos poucos tomando espaço nas cidades brasileiras. Isso pode ser observado principalmente com o aumento e a preocupação, por parte dos governantes, acerca das ciclovias urbanas.

João Tescaro Junior pratica o ciclismo há sete anos, em seis deles com um grupo criado por Magno Vasconcellos, gerente de uma loja de bicicletas na cidade. Junior conta que descobriu o esporte por acaso e percebe que, desde que começou, o número de pessoas que pedalam por diversão na cidade aumentou bastante.

 

 

Além de Junior, Paulo Proni também participa do grupo, criado por Vasconcellos, há aproximadamente dois anos. Proni não fazia esporte algum antes disso e gostou tanto do ciclismo que agora está criando o próprio grupo, que contém hoje cerca de 35 ciclistas, porém “nem todos muito ativos”, explica.

Proni é asmático e diz que, após começar a praticar o esporte, melhorou bastante, além de ter conseguido emagrecer.

 

 

FOTO 1

Grupo criado por Magno Vasconcellos (quarto da direita para a esquerda) que se reúne toda terça e quinta para pedalar. Entre eles, João Tescaro Junior (primeiro da direita para a esquerda) e Paulo Proni (segundo da direita para a esquerda)

 

Junior e Proni estimam que pedalam entre 150 km e 180 km por semana. Há, no entanto, quem se arrisque a pedalar um pouco mais. Marcelo Sardeto é um exemplo. Ele fez 800 km em sete dias.

Sardeto se apaixonou tanto pelo ciclismo que, cerca de três anos depois de começar a praticar o esporte, decidiu viajar à Espanha e fazer o famoso caminho de Santiago de Compostela com a sua bicicleta.

Foram sete dias de pedalada de Saint-Jean-Pied-de-Port, na França, até Santiago de Compostela, na Espanha. Sardeto fez o caminho não só como ciclista, mas também como peregrino. Ele conta que foi uma das melhores experiências que já realizou na vida.

A emoção de realizar o caminho mais a paixão pelo ciclismo fizeram com que Sardeto decidisse voltar à Europa, no final deste ano, para realizar o caminho agora de 230 km que se inicia na cidade de Porto, em Portugal. O esporte se tornou parte importante da vida de Sardeto, assim como das de Junior, Proni e outros que pedalam pela cidade de Londrina. “É um vício, mas um vício que faz bem”, conta Proni.

 

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