Startups: um novo jeito de fazer coisas antigas

Texto: Ana Luiza Morette

 

As startups são empresas novas que vendem mais do que um produto: vendem ideias, um novo jeito de fazer. É fato que, às vezes, criar um “novo jeito de fazer” pode parecer uma missão difícil, até um desafio, mas o mundo está cheio de exemplos que provam que é possível e, mais do que isso, que dá certo.

Remédio Certo

A Remédio Certo é uma startup que funciona como um clube de assinatura de remédios: o usuário se inscreve e coloca suas informações, desde quais remédios precisa, até a data que deseja receber e pagar. A iniciativa previne que alguém acorde um dia de manhã e perceba que esqueceu de comprar seu medicamento, já que entrega a domicílio.

Gabriela Balazini é a co-fundadora da Remédio Certo e explica o retorno do público: “As pessoas estão cada vez mais conectadas e menos dispostas a se deslocar e a ter trabalho com processos cotidianos e simples. As startups vêm para revolucionar a forma como as pessoas interagem com os produtos do dia a dia, transformando o simples ato de compra em uma experiência de consumo”, conta Gabriela. “Sobrevive quem se adapta e foi o que fizemos. Não reinventamos a roda, utilizamos de toda estrutura que já existe e já trabalha muito bem esses agentes.”

Rappi

“O principal objetivo da Rappi é justamente facilitar a vida das pessoas que não têm tempo para sair de casa ou do trabalho para fazer compras no supermercado, comprar comida, farmácia, ou apenas querem comodidade”, explica Bruno Nardon, gerente nacional da startup.

A Rappi surgiu como um aplicativo que tem uma função simples, mas que facilita a vida das pessoas de forma intensa: ele oferece a opção de entrega de qualquer item de necessidade do cliente. E quando se diz qualquer, é qualquer mesmo, os assistentes pessoais da Rappi podem buscar a chave que você esqueceu em casa, entregar sua papelada no banco, trazer aquele remédio para dor de cabeça ou lanche daquele carrinho de rua que ainda não tem entrega. Nardon conta que os assistentes já viveram situações inusitadas, mas de sucesso: “Em fevereiro, lançamos um botão chamado Carnaval, que conectava clientes a assistentes na rua 25 de Março. Nós tivemos uma cliente que solicitou uma fantasia e nos mandou um feedback impressionada porque o assistente foi a cinco lojas em busca da fantasia e ainda a colocou em contato com as vendedoras”.

 

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