Empreendedorismo feminino: uma alternativa para mulheres

Texto, fotos e áudio: Heloisa Keiko

 

Com a constante dificuldade de inserção no mercado de trabalho, somada às condições inferiores oferecidas para mulheres que ocupam os mesmos cargos que homens, uma alternativa é a escolha de muitas jovens: a criação do próprio negócio.

Segundo o levantamento mundial Global Entrepreneurship Monitor 2017, realizado no Brasil em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), 51,5% dos novos negócios criados no país em 2016 são de mulheres. Além da motivação financeira, elas buscam realizar uma atividade profissional que traga realização pessoal, além da vontade de inovar.

Naomi Nagao, 21, teve a ideia de abrir seu brechó virtual ao sair do curso de pedagogia e precisar de uma fonte de renda própria. “Sempre gostei muito de roupa, customização. Então, junto com um amigo, tive a ideia de criar o brechó. Aos poucos, fomos aprimorando as fotos e os produtos e ele foi crescendo.”

 

1- Naomi

Naomi utiliza o Instagram para divulgar seu brechó. Além dos garimpos, também comercializa acessórios feitos a mão e peças customizadas por ela

 

O amor pela fotografia e o interesse de ser autônoma levaram Maria Alice Oliveira, 19, a criar sua empresa. Depois de atuar informalmente, ela conta que ter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) a ajudou a conquistar maior credibilidade, sendo mulher e jovem, no ramo em que trabalha.

 

 

2 - Marialice

Maria Alice utiliza uma página no Facebook como uma das formas de divulgar seu trabalho

 

Segundo a jovem, o segredo para ser dona de uma empresa é conhecer outras mulheres que fizeram o mesmo e se inspirar nelas, “principalmente no meio em que você quer empreender”. Já Naomi dá três conselhos que considera essenciais para ser uma mulher autônoma: “se inspire, produza e se deixe existir”.

 

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