Um terço das mortes no mundo é causada por doenças cardiovasculares

Texto, fotos e áudios: Fernando Buchhorn Jr.

 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que, a cada dois minutos, três pessoas morrem vítimas de alguma doença cardiovascular no Brasil. Uma média de 350 mil mortes por ano. No mundo inteiro, 17,5 milhões de pessoas, um terço de todos os óbitos, morrem devido a esses mesmos problemas. Por conta disso, a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) já considera as doenças cardiovasculares como as principais causas de morte no mundo.

Apesar de serem mais comuns em homens a partir dos 45 anos, as doenças cardiovasculares podem afetar qualquer pessoa com predisposição genética, cuja contribuição para o surgimento de problemas no coração é grande. Em abril deste ano, um adolescente de 17 anos morreu depois de sofrer uma parada cardíaca em um colégio da região central de Londrina.

 

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Marcelo Cichocki afirma que os sintomas não são iguais para todos

 

Os sintomas não se apresentam da mesma maneira em todas as pessoas. O cardiologista Marcelo Cichocki explica que o ataque cardíaco muitas vezes procede de dor no peito e dor ou formigamento nos membros superiores esquerdos e na região dorsal. Dura de 20 a 30 minutos e se associa a suor intenso, náuseas e vômito. Pode, também, deixar a vítima inconsciente.

 

 

Os principais fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento ou evolução das doenças cardiovasculares são o estresse, a má alimentação, a obesidade, o tabagismo e o sedentarismo. Dentre as formas de prevenção, o exercício e a alimentação balanceada são recomendados, mas não substituem a avaliação de rotina, principalmente para pessoas acima dos 30 anos e que possuam maior predisposição.

 

 

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Emanuel Velasco aconselha as pessoas a fazer cursos de primeiros socorros

 

Segundo o enfermeiro Emanuel Velasco, caso a vítima de um ataque cardíaco esteja consciente, a orientação é mantê-la em repouso, não deixar que ingira nada, nem mesmo água, e chamar pelo serviço de emergência.

 

 

Velasco sugere, também, que pessoas sem habilitação especial para atendimentos, como os feitos por médicos e enfermeiros, façam cursos simples de primeiros socorros, principalmente aquelas que possuam familiares cardiopatas ou com predisposição para as doenças cardiovasculares.

 

 

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